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Inteligência Artificial a serviço da saúde

publicado em Mercado de TI by

Hoje o cenário de saúde no país apresenta inúmeros desafios que envolvem empresas, governos, órgãos públicos e, principalmente, o consumidor. Problemáticas como altos custos, ineficiência, burocracia e falta de diálogo assolam o setor, que necessita de mais recursos e alternativas para a resolução desses desafios. Grandes empresas como a IBM, Google, General Electric, entre outras, investem cada vez mais para oferecer suas soluções tecnológicas para esse mercado em ascensão.

A aplicação de tecnologias como Big Data, Ciência de Dados e ferramentas de Inteligência Artificial (IA) vem modernizando os recursos da área de saúde, além de otimizar processos operacionais, reduzir custos e melhorar o planejamento de ações diárias. Um exemplo prático do desenvolvimento desse cenário foi registrado por uma notícia publicada pelo Food and Drug Administration – agência de aprovação de tecnologias da saúde dos EUA – que comunicou a recente aprovação de um programa informático de Inteligência Artificial para diagnóstico das fraturas de pulso em adultos.

O programa, denominado de OsteoDetect, utiliza-se de técnicas de IA para realizar a análise de radiografias bidimensionais em casos de suspeitas de fraturas distais do pulso. A tecnologia foi desenhada para auxiliar nos serviços de atendimento a urgências médicas ortopédicas e em cuidados primários. Atuando de forma completa, o OsteoDetect identifica os exames anormais, realça no raio X o local potencial da fratura e ajuda o médico a fazer um diagnóstico mais preciso.

Avanços do machine learning

A técnica de IA utilizada pelo programa é a machine learning (aprendizagem de máquina), nela o computador faz a leitura de milhares de radiografias (normais e com fraturas) e utiliza esse conhecimento como base para auxiliar no diagnóstico de novos exames. A colaboração entre homem e máquina é de suma importância para o avanço dos serviços de saúde e se bem utilizada, em conjunto com o insubstituível trabalho dos médicos, deverá agregar mais valor ao ato médico e reduzir as incertezas diagnósticas, melhorando a precisão dos tratamentos.

Um futuro próximo reserva o desenvolvimento de tecnologias como essa, a serviço da saúde. Quem sabe até, futuramente, não possamos contar com programas diagnósticos de apoio à decisão cada vez mais precisos e consistentes, envolvendo esquemas algorítmicos de tratamento individualizado em doentes oncológicos, cardiovasculares, entre outros.

FONTE: https://bit.ly/2LZLZ16

05 set, 18

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